Instituto Português de Hipnose

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TESTEMUNHOS

 

"Volto a referir o que disse ontem, toda a equipa do IPH é espetacular! Adorei ter conhecido a Emília (Emília Monteiro, Formadora Assistente) e os conhecimentos que ela me passou. Apeendi imenso! E a Raquel (Raquel Arranhado, Assistente de Eventos) é uma doce e querida que com as suas sábias palavras teve a capacidade e paciência de me ouvir e acalmar. Tu Vera (Vera Cíntia Ferreira, Directora do IPH)  és uma guerreira, uma mulher de trabalho com uma garra e paixão pelo que fazes. O Daniel (Daniel Guerreiro, Formador Residente) com a sua energia e motivação cativante tem a capacidade de envolver todos. Toda a equipa volto a dizer fez-me de novo apaixonar pela hipnose não só pelos vossos conhecimentos mas principalmente pela parte humana. Um grande beijinho para todos."

Sofia Valadares, Psicóloga, Aluna do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I

"Estou a adorar (sobre o Curso de Hipnose Terapêutica). É uma honra estar a aprender no IPH. Estou muito grata."

Adélia Carvalho, Assistente Técnica, Aluna do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I

"Foi muito gira a primeira viagem de hipnose. Tenho a sensação que leio uns 50 livros de hipnose por cada fim-de-semana de curso. Estou na cereja do topo do bolo!"

Edna Carvalho, Psicóloga, Aluna do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I

"Trata-se de uma recomendação minha, para quem conhece o meu grau de exigência está tudo dito."
Susana Fonseca Paiva, Aluna do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I
"Se houvesse a hipótese de 100 * era o que eu punha! Só tenho a agradecer por tudo! Obrigado!"
Filipe Santos, Aluno do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I
"Um mundo de experiências terapêuticas de relevância fidedigna. Contagiante e sem contra indicações. E especialmente sem tóxicos com resultados soberbos bem hajam." 
Fernando Cunha, Reformado, Aluno do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I

"Uma enriquecedora viagem que durou 9 meses, uma gestação completa. Obrigado a todos os que foram companheiros nesta viagem e um especial obrigado a quem a conduziu e nos orientou, Vera e Joice. Obrigado por me terem dado "a vela" que iluminou o caminho antes escuro. Bem hajam e façam o favor de ser felizes!"

Helena Faria Rodrigues, Empresária, Aluna do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I

"É muito dificil condensar num breve testemunho o resultado da minha passagem pelo IPH! Numa palavra: Transformação! Em termos práticos posso descrever como um reencontro comigo e com a minha missão! Agora estou mais viva e consciente que nunca. Muito obrigada ao IPH e um agradecimento especialmente carinhoso à  Vera Ferreira que é uma inspiração."
Melina Glebov, Gestora de Eventos, Aluna do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I
"Gosto e recomendo. Parabéns Vera pelo teu trabalho. Um beijinho!"
Sandra Sousa Almeida, Funcionária Pública, Aluna do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I
"Um local, ao qual me encontro naturalmente ligada, bem como grata, por providenciar, sempre experiências inovadoras, enriquecedoras, válidas, com qualidade, e que para mim, têm constituído sempre, uma mais valia, em termos de aquisição de novos saberes, bem como em termos de crescimento pessoal. Obrigada."

Maria Dinamene Pereira, Educadora de Infância, Participante do Workshop de Terapia de Vidas Passadas e "cliente" dos alunos finalistas do Curso de Hipnose Terapêutica em estágio.
"Aconselho vivamente...óptimos alunos,bom trabalho continuação de bom profissionalismo IPH!
Parabéns!!!! Muitos sucessos aos novos terapeutas! Acredito neles porque tive o privilégio de experimentar uma sessão com os vossos alunos e foi muito gratificante (obrigado Sérgio) (Raquel, o seu trabalho já está a dar resultado na minha filha, (sufocar, engasgar já era...)obrigado por tudo. Obrigado IPH."
Valentina Rodrigues, Terapeuta, Participante do Workshop de Terapia de Vidas Passadas e "cliente" dos alunos finalistas do Curso de Hipnose Terapêutica em estágio.
"Fiz o curso de TVP e o Curso de Hipnose Terapêutica, no IPH, estes cursos mudaram a minha vida, mudou a forma de ver a vida! Esta agora tornou-se mais alegre, mais confiável!
Sou muito agradecido ao IPH, por ter proporcionado tal mudança em minha vida! Obrigado, obrigado, obrigado!!"
Sérgio Santos, Participante do Workshop Terapia de Vidas Passadas e Aluno do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I
"Foi magnífico e superou as minhas expectativas. Muitos parabéns pelo seu trabalho e continuação de bons progressos. Adorei!!!!"
Ana Pinto, Participante do Workshop Terapia de Vidas Passadas

"A primeira vez que fiz uma regressão a vidas passadas, fi-lo pelo seu lado lúdico, apesar de ter definido uma ou duas questões que queria perceber em mim, na minha vida, e no quadro de uma formação a que me propus, para perceber o que era isso da regressão a vidas passadas. Nunca tinha sido submetido a um estado de transe, ou seja, nunca tinha sido hipnotizado. A curiosidade era enorme e entrei no processo com a postura do bom aluno que vai fazer aquilo que o professor manda, ao mesmo tempo que fazia questão de me manter atento, crítico, para poder desmontar o que me seria proposto, confiante na minha capacidade de discernimento. E penso que foi essa postura de disponibilidade e confiança para cumprir o que me era proposto, reservando para depois a análise crítica do que acontecesse, entre outras coisas, que me permitiu fazer a viagem que fiz. Não irei fazer o relato do processo de entrada em transe, que na altura pensei que não estivesse a acontecer, dado o meu estado de consciência e de alerta em relação ao lugar e ao que estava a acontecer, e irei entrar na viagem em si.

Estava em frente a um espelho “mágico”, do meu tamanho, e via nesse espelho a imagem de um individuo de pele escura, envolto num manto laranja, de costas para mim, como se estivesse a caminhar num trilho de montanha, num ponto elevado, com uma paisagem lindíssima, com um vale fundo à esquerda, tendo na mão um bordão de madeira. Não consegui ter ideia de que lugar se tratava, apenas sabia, sentia, que seria no oriente, por volta de quinhentos anos a.c. A imagem que via no espelho formou-se no meu cérebro vinda do nada e confesso que me causava alguma estranheza, por não conseguir antecipar o significado do que estava a ver. 
E entrei no espelho… Comecei por me ver a caminhar atrás daquele homem até que, ao aproximar-me dele, me senti na sua pele. Eu era o homem com o manto laranja. Olhei para os pés descalços, senti-os em contacto com a terra e as ervas, observei as mãos e os braços nus, de um castanho escuro, senti a textura do manto, entre o leve e o áspero, olhei para o meu rosto, para os meus olhos. Não me reconheci fisicamente face ao que sou hoje… Via um homem de cabelo rapado, ainda jovem, de olhar distante, focado no infinito, caminhando com determinação, apesar de o fazer sem destino aparente, muito tranquilo. Senti o vento ameno, num fim de dia que pintava o céu de tons de laranja intensos, dourando as encostas dos montes que me rodeavam.

A sensação física de estar ali foi real e surpreendente. Senti-me aquele homem a descer por um trilho na encosta de uma montanha…

Apesar de me estar a saber bem aquele primeiro momento, fui convidado a dirigir-me a um local onde existissem pessoas, onde houvesse casas, onde viveria. E como bom aluno, já quase esquecido da minha vontade de me manter critico e atento, assim o fiz. Era um lugar, uma pequena aldeia, situada no sopé de uma montanha, com casas muito toscas, de um só piso, umas com telhados de palha e algumas com telhas de barro, muito toscas. As portas e janelas eram de madeira, muito irregulares, e a cor era rara, exceto uma ou outra casa com paredes de um branco sujo. As casas estavam separadas umas das outras, formando no intervalo ruelas irregulares de terra e pedras. Caminhei pelo lugar e vi crianças a brincar num terreiro, ouvi-lhes os gritos e os risos, velhotes sentados à porta das casas, conversando, homens e mulheres a caminhar, carregando lenha, sacos, ou fazendo outra coisa qualquer, no que parecia a rotina própria de uma qualquer aldeia.

Porque esta é uma viagem do subconsciente que não obedece a uma ordem cronológica ou a qualquer sequencialidade evidente, de um momento para o outro, já não era um homem adulto, mas uma das crianças que acabara de ver, brincando alegremente com outros jovens e crianças, correndo e rindo ruidosamente. Sentia-me bem, feliz, despreocupado. Eu estava naquele lugar e fazia parte daquela vida que me era, a um só tempo, estranha e familiar.

Por esta altura já deixara de prestar atenção ao que acontecia na sala onde estava. Fui convidado a procurar, entre as pessoas que estavam à minha volta, alguém desta vida que pudesse estar presente nessa vida passada. Teria que olhar as pessoas nos olhos e ver se alguma delas me fazia sentir alguma coisa em particular que fosse ao encontro dessa ideia. E assim fiz. Fui observando as pessoas e nenhuma delas me dizia nada. Não reconhecia ninguém. Até que me cruzei com uma mulher de idade avançada, rosto enrugado, olhos semicerrados, vestida de forma muito modesta, quase andrajosa, com um lenço velho e sem cor cobrindo os cabelos brancos e que senti que seria a minha mãe nessa vida. Sorri e dirigi-me a ela, observando-a, olhando-a nos olhos, tentando ver se seria alguém da minha vida presente que estivesse naquele corpo. Confesso que não tinha qualquer ideia de quem poderia encontrar, pelo que se pode imaginar a surpresa quando, olhando nos olhos daquela mulher, se forma a imagem da minha mãe nesta vida. Era o olhar da minha mãe. Inexplicável. A sensação, a emoção sentida, atingiu-me como um relâmpago. Não havia dúvidas. A minha mãe naquela vida passada era a minha mãe nesta vida. Não tentarei explicar a situação, mas este reencontro (a minha mãe já faleceu há alguns anos) foi sentido como real, como se estivesse, novamente e ao fim de tantos anos de ausência, na presença daquela figura doce de sorriso maternal e acolhedor. Foi demolidor. E foi impossível conter a emoção e chorei o que provavelmente não chorei aquando da morte da minha mãe.

Perante a intensidade e a manifestação visível do que estava a acontecer, quem conduzia a regressão convidou-me a flutuar acima do que estava a viver, observando de fora, o que me acalmou imediatamente. E foi sugerido que avançasse no tempo e tentasse encontrar, no que estivesse a acontecer o que fosse importante para mim, para compreender o que quer que fosse que fosse eu quisesse.

Assim aconteceu. Avancei até uma idade que senti serem os meus dezasseis anos, em que a minha mãe, nessa vida, manifestamente pobre, me entregava a um mosteiro budista para que me acabassem de criar, para seguir a vida adulta de uma forma que imagino fosse tida, por ela, como boa. Percebia a intenção, respeitei-a, mas dou-me conta de que me senti revoltado, zangado, por ser arrancado à vida livre e despreocupada que tinha e que diria mesmo feliz, para abraçar uma outra vida que não me dizia nada, que me parecia detestável. 
Avançando no tempo, vejo-me agora como monge, o mesmo que vira no inicio desta viagem a outra vida, caminhando pelo mundo, umas vezes nas montanhas, outras em planícies, outras tantas em aldeias, no meio de pessoas, vivendo alguma austeridade de forma tranquila, já sem qualquer zanga ou ressentimento. Lembro-me de me ver a sorrir constantemente.

Por se tratar de uma situação de regressão em contexto de formação, não houve lugar à exploração de outros cenários daquela vida, pelo que fui conduzido aos últimos instantes daquela vida, imediatamente antes da minha morte, sendo-me sugerido que observasse o que estava a acontecer, o que estava a sentir, onde é que estava e quem estava comigo nesse momento. E vi-me sozinho, numa gruta na encosta de uma montanha, a sentir-me muito tranquilo, consciente de que aqueles seriam os últimos momentos dessa vida. Porque se diz que nos últimos momentos antes de morrer vemos a nossa vida toda, fui convidado a olhar para ela, revendo tudo o que tinha vivido, tentando perceber se havia alguma coisa que tivesse ficado por resolver, se havia alguma coisa dessa vida que teria que resolver nesta. Olhei e senti que tive uma vida boa, tranquila, que tinha agido bem e que não havia nada que importasse trazer para esta vida para resolver.

Finalmente fui convidado a abraçar o eu que fui nessa vida, o que fiz, deixando e trazendo comigo a paz e a tranquilidade que sentira. E parti dessa vida… sem qualquer sensação de angústia, medo ou mal-estar. Parti absolutamente sereno.

A experiência foi desconcertante, surpreendente, muito intensa. Levou tempo a digerir o que aconteceu, mas se tinha dúvidas sobre o que acontecia durante o processo, posso garantir que desapareceram. Não era uma história que alguém me dissesse que eu tinha vivido numa vida passada… eu senti-me a viver, efetivamente, essa história. 
Para complemento, há a assinalar as sensações de tranquilidade e bem-estar que se instalaram nos momentos a seguir. Inesquecível.
Este foi o primeiro episódio da minha relação com este processo (terapêutico) de regressão a vidas passadas."

Luís Miguel Conde, Professor, Participante do Workshop de Terapia de Vidas Passadas e Aluno do Curso de Hipnose Terapêutica Nível I

"Uma formação excelente...um grupo magnífico e um formador irreverente, no bom sentido!!"

Nuno Miguel, Participante do Curso de Linguagem Corporal & Micro-Expressões 

"Agradeço todo o interesse e dedicação prestado no curso. .. 
Todos nós crescemos um pouco mais.... Gostei muito... recomendo!"

Florbela Cunha, Participante do Curso de Linguagem Corporal & Micro-Expressões

"Adorei! Grata ao IPH e à Melina pela oportunidade. Uma experiência muito enriquecedora, intensa e ao mesmo tempo divertida! E grata ao grupo, que potenciou ainda mais tudo isto!"

Maria João Faria, Participante do Workshop Arte Terapia

"Muito grata à Melina, a todas as colegas do grupo e à Vera. Foram dois dias inesquecíveis proporcionados por uma formadora fantástica e por um grupo tão harmonioso. Um Bem Haja a todas."

Angela Rocha, Participante do Workshop Arte Terapia